Um ciclo de reuniões promovido pelo Grémio Desportivo Amarante começou a avaliar a situação crítica do andebol em São Vicente. Liderado por Nuno Leite, dirigente do Amarante, o processo identificou problemas estruturais — escassez de equipas, falta de infraestruturas adequadas, fragilidade financeira e lacunas na formação e organização — que têm dificultado a realização de competições séniores e ameaçam o futuro da modalidade no Mindelo. Participantes, entre os quais Osvaldina Silva (ARASV), defendem a conclusão urgente do polidesportivo da Zona Norte, em Chã de Alecrim, e apontam a possibilidade perdida de acolher uma prova internacional prevista para fevereiro de 2027. Apesar das dificuldades, a época regional prossegue com quatro equipas masculinas e três femininas; os campeões regionais serão apurados em maio. Estão previstas quatro reuniões, cujos resultados serão entregues à Federação de Andebol de Cabo Verde, à Câmara Municipal e a outras entidades, com apresentação pública agendada para 22 de maio.

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