O Reino Unido e nove outros países anunciaram a criação de uma força naval complementar para reforçar a dissuasão no Ártico e no Atlântico Norte, em apoio à NATO. Segundo o chefe da Marinha britânica, general Gwyn Jenkins, todos os Estados da Força Expedicionária Conjunta assinaram uma declaração de intenções comprometendo-se a elaborar propostas detalhadas para operacionalizar a iniciativa. A iniciativa inclui Dinamarca, Estónia, Finlândia, Islândia, Letónia, Lituânia, Suécia, Noruega e Países Baixos. Jenkins também afirmou que as incursões russas nas águas britânicas aumentaram quase um terço nos últimos dois anos, justificando a aposta numa “Marinha Híbrida” para reforçar a vigilância e capacidade de resposta. O objetivo declarado é aumentar a segurança colectiva e a dissuasão no Atlântico Norte e no Ártico, complementando as estruturas da NATO sem substituir missões existentes.