O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, num jantar privado na Florida, que os EUA poderão "assumir o controlo" de Cuba, numa declaração associada a comentários jocosos sobre uma hipotética intervenção após o fim de operações no Irão. No mesmo dia, Washington reforçou as sanções contra Havana através de um decreto presidencial que visa bancos estrangeiros que cooperem com o Governo cubano e impõe restrições na área da imigração, além de sancionar sectores como a energia e as minas.
O Governo cubano, através do ministro dos Negócios Estrangeiros, Bruno Rodríguez, classificou as medidas de "ilegais e abusivas" e reiterou a determinação de defender a pátria, citando o apoio popular mostrado no desfile do Dia do Trabalhador e as assinaturas em defesa do país. A administração norte-americana justificou as novas medidas com acusações de que Havana pratica políticas contrárias à segurança e aos interesses dos EUA. Desde janeiro, os EUA têm intensificado a pressão económica sobre Cuba, incluindo um bloqueio petrolífero que agravou a crise económica da ilha.

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